BLAZING WORLD

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General LUDENDORFF – A GUERRA TOTAL

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LUDENDORFF, General – A GUERRA TOTAL.

Editorial Inquérito, 1941.
“Longe de mim a ideia de escrever uma teoria da guerra. Eu sou, como o tenho dito tantas vezes, hostil a todas as teorias. A guerra é realidade – realidade das mais graves na vida dum povo. É isto o que desejo aqui demonstrar, sem para isso “levar mochos a Atenas”, quero dizer, sem procurar insistir em generalidades comummente adquiridas; pelo contrário, dirigir-me-ei ao povo, a cada um de entre o povo, e tratarei em pormenor diferentes matérias que necessariamente lhe escapam. O povo deve aprender a conhecer a própria essência da sua luta pela vida. Não serão indigestas obras científicas sobre a guerra que o esclarecerão, mas sim exposições tão acessíveis como breves. O que vou expor é a mais autêntica experiência pessoal da guerra, e não um comentário oficial, como se poderá supor no estrangeiro.” (excerto do Cap. I, Carácter da Guerra Total)
Erich Ludendorff, também conhecido como Erich von Ludendorff (1865-1937). “Foi um general alemão, com poderes praticamente ditatoriais nos últimos meses da Primeira Guerra Mundial. Na frente leste, foi chefe do Estado-Maior de Hindenburg. Depois da derrota na ofensiva de Verdun, foi deslocado para a frente ocidental e tornou-se, juntamente com Hindenburg, o principal comandante da Oberste Heeresleitung. Mais tarde, em 1918, planeou o último grande ataque alemão, mas foi derrotado por Foch. No final da guerra, até Setembro de 1918, defendeu a tese de que a Alemanha devia negociar uma paz vitoriosa e não aceitar a rendição. Em 1925, foi candidato presidencial pelo Partido Nazi, mas perdeu as eleições, fundando em seguida um pequeno partido político.”

Deste livro, ainda com o “selo” da censura, destaco alguns aspectos como a sua visão do que será a guerra moderna e a problemática dos combustíveis para a Alemanha ( de facto, uma fraqueza exposta durante a II Guerra Mundial). O ideário que expõe sem quaisquer pudores é claramente anti-ocidental e anti-semita, chegando a ser tristemente actual…


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Aí Vem a Guerra – Jerónimo M. S. Paiva (1939)

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Depois de ter mergulhado com calma no Aí Vem a Guerra! de Jerónimo M. S. Paiva, Edição Gazeta do Sul, Montijo,1939, obra de reflexão filosófica (inesperadamente cativante!) sobre a guerra, a sociedade e o próprio Homem, infelizmente perdida no nevoeiro do desconhecimento do grande público. Não encontro, aliás, informação sobre o autor, além daquela presente no próprio livro:

Jerónimo M. S. Paiva 

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(residente em Beja)

Obras do autor à data da impressão do livro Aí Vem a Guerra – 1939:

Cartas Cruéis (Crítica político-social)

Do Alto Alentejo (Regionalismos)

Garra Extremista (Patologia-social)

Pantera Social (Romance)

Do Meu Alentejo (Novela Regional)

*Mais tarde, acedendo aos registos da FLUP, descubro que a novela Do Meu Alentejo ganhou o 1º prémio do Concurso Literário Regional de 1938. Na Biblioteca Digital do Alentejo encontro mais alguns dados sobre esta obra e uma imagem da capa.

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Após mais alguma pesquisa no arquivo de publicações periódicas, descubro que o autor foi director editorial do semanário A Rajada (1930)

Todavia, a informação continua a ser escassa sobre este autor que me surpreendeu com a obra que li. Julgo que mereceria mais atenção. Agradeço a quem me possa dar mais informações.


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[5 Anos Blog Morrighan] Passatempo Especial Autores Portugueses II

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O blogue da Sofia Teixeira tem para oferecer um exemplar da segunda edição de Goor – A Crónica de Feaglar e outro do Soberba Tentação da Andreia Ferreira.

Aceda ao link e saiba como participar:http://www.branmorrighan.com/2014/01/5-anos-blog-morrighan-passatempo_3.html

 

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50 Days on Earth (Robert B. Holland)

No aliens. No zombies.
Only man – and that was more than enough…

Em 2014 a Ficção científica estará de volta! Fique atento ao “Grifo Vermelho”…

Sci-fi, Ficção Científica, Portugal

Sci-fi, Ficção Científica, Portugal

Esclarecimento:

   Este livro irá estar disponível em 2014, apesar de ainda não haver uma data concreta para o lançamento. Essa é uma promessa pessoal que vos faço.

    Não temos qualquer contrato com uma editora, apesar de estarmos abertos a qualquer proposta de uma (a sério). No entanto, muitas procuram os “fast books” com condimentos das modas actuais e este livro não será nada disso… Também não temos acordos com blogs “mainstream” para uma futura divulgação. Não me parece que possamos ombrear com máquinas bem oleadas e em pleno funcionamento… Os poucos que tivermos para “marketing” serão entregues a quem nós sabemos que os irá realmente ler e opinar de forma isenta e competente.

    A nossa certeza é que iremos tentar trazer algo “diferente” para o mercado – esta frase deverá reflectir que a nossa preocupação não é quantitativa. Não será, certamente, um livro para agradar às massas. Mas pretende agradar a outros… A única incógnita prende-se precisamente com o nível de sucesso que teremos nesse objectivo qualitativo. Estará o “50 Days on Earth” à altura do desafio? Espero que sim.

Andreia Torres


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O Regresso dos Deuses – Rebelião (Editorial Presença)

Calédra, antiga rainha dos aurabranos, é acordada após um sono de décadas, qual Rei Artur destinado a ressurgir no momento de maior necessidade. Mas aqui começa também o calvário desta personagem: as expectativas de um mundo pesam sobre esta guerreira singular, mas ainda desorientada perante a nova era. A reacção não poderia deixar de ser intempestiva; de vontade férrea, aceita a sua responsabilidade, mas nos seus próprios termos.

Crescentemente, Calédra torna-se um “buraco-negro” que condiciona amigos e inimigos. Para além disso, é esta a personagem que marca todo o livro, e é ela que o carrega do princípio ao fim. Dona de uma personalidade indomável, revelando-se muitas vezes prepotente, arbitrária, ou apenas moralmente alheada, Calédra demonstra uma aposta de Pedro Ventura em criar uma protagonista em tudo diferente do molde já batido da comum fantasia épica.
Aliás, também o arco de história, que engloba mais do que este livro, deixa, principalmente na figura dos endeusados Holkan e da sua relação com Calédra, pistas que remetem esse mesmo registo de fantasia épica para um suspeito véu colocado sobre a nossa percepção da realidade.

Toda a narrativa está bem construída (para um volume que funciona como introdução a uma obra mais vasta), mas assenta fortemente na aceitação do leitor em se tornar em mais um dos seguidores indefectíveis de Calédra. Sem essa “submissão”, que o autor consegue lograr pelo arrojo com que impõe a protagonista, imagino que a leitura seja dificultada. Com uma escrita adulta, e um enredo que muito se aproxima de um espírito quase shakespeariano, Pedro Ventura faz poucas concessões ao facilitismo, ocupando uma posição na actual literatura fantástica nacional que, apesar de não esvaziada de executantes, era urgente reforçar.

A linguagem utilizada poderá revelar-se outro ponto de ruptura. Assumidamente grandiloquente, poderá para alguns leitores ser insuportavelmente pomposa. Verdadeiramente, o nível de tolerância é marcado pela imersão que o leitor ser permitirá ter na história. E esta limitação inicial acaba por ser uma mais-valia para o seguimento da leitura; quer quando existem alguns episódios cuja exposição está menos conseguida, quer quando as atitudes das personagens dificultam a manutenção de empatia ou identificação do leitor com as mesmas. Mas para quem lá chegar, a leitura já se terá tornado compulsiva.

Apresentando-se como um (re)início ambicioso, e deixando no final das suas páginas a promessa de maiores revelações num volume vindouro,Regresso dos Deuses – Rebelião marca, em boa hora, a “descoberta” de Pedro Ventura pelo grande público. Estão de parabéns o autor e a editora, por esta honrosa adição à colecção Via Láctea.


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Promoção: Ebook da 2ª edição de Goor – A Crónica de Feaglar.

Goor Crónica de Feaglar romance épico fantástico livro Portugal Brasil cronica

Ebook da 2ª edição de Goor – A Crónica de Feaglar por apenas 3,50€!

 
 “Lembro que cando rematei de lér a segunda novela de Pedro Ventura (Goor II – A Crónica de Feaglar, aló polo 2007) puiden dicir sen temor ao ridículo que viña de rematar a millor novela de xénero fantástico da miña vida. Aquela novela era o cabo a unha história de coraxe, aventuras e humanidade que tan só facían desexar lér mais e mais (…)”
NOVA FANTASIA (GALIZA - ESPANHA)
 
"Enquanto leitor senti-me verdadeiramente sugado pela história levando a que consumisse cada pequeno passo da narrativa de forma deliciosa...Tem todos os ingredientes: acção, intriga, romance... Se gosta do género, vai adorar este livro. Eu já vou a meio e estou a adorar! A história é fluida e interessante, tendo lugar num mundo imaginário, onde o valor humano tem um papel muito importante. Quem não comprar este livro não sabe o que perde..."
GALEONDI - YAHOO (BRASIL)    "Goor - As Crónicas de Feaglar I & II são obras inigualáveis. A primeira coisa em que pensei quando terminei de os ler foi "Uau, nunca pensei que houvesse uma obra destas, muito menos escrita por um autor português". (...) Desde cedo entramos num mundo completamente novo. E, apesar de estas duas obras serem classificadas no género Fantástico, desenganem-se se pensam que vão encontrar os seus elementos típicos como fadas, gnomos, elfos, anjos ou vampiros ou o que quer que vos possa passar pela cabeça. Aqui, temos a humanidade dura e crua, onde cada pensamento e acção têm uma intensidade nunca antes expressas desta forma." SOFIA TEIXEIRA - BLOG MORRIGHAN (PORTUGAL)

 

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Confere na lista os dispositivos em que podes ler este ebook:

 

 

 

Kindle (Amazon) Kindle DX Sony PRS-T2 Fnac Touch Tagus Pulsa Tagus Lux






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Energy Book 2061 Energi Book I060 Energy Book 4050 Touch Energy Book 3050 Foxit eSlick ILiber






Inves Serie 500 Inves Serie 600 Ipad Ipod Touch IRex Digital Reader 800S IRex Digital Reader 1000S






IRiver Story Onyx Boox 60 Papyre 6.S Alex Papyre 6.1 BQ Cervantes






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4 Things Science Fiction Needs to Bring Back

It’s tempting to look around at today’s literary scene, with its Twilight and its Fifty Shades of Grey, and wonder if we shouldn’t just flush the whole goddamn concept of written language down the toilet — maybe start again with some sort of hybrid colorwheel/odor system for communicating thoughts. Strangely, the one genre thriving in the swamp of modern literature seems to be science fiction. It’s kind of appropriate, actually: All of our crazy high technology has made publishing and distributing books about crazy high technology much more approachable and widespread than ever. But even the best works could stand to learn a little something from the past, so here are a few things that I miss about old science fiction, and would like to see come back.

Note: You know I’m probably going to whore the newest and final episode of my science fiction serial novel, Rx – Episode 3: Industry, up in this piece, right? This is something we authors must do. The price we pay for creative integrity is every single shred of our basic human dignity. Please, do not hate me, for it is pity you should truly feel. Pity for the sad creature that does stuff like this: If you want to check it out, the first episode is free on Amazon until midnight Pacific on August 17! And the complete collected edition of all three episodes is available now for only $4.99! Some scientists* have gone on public record as stating that Rx: A Tale of Electronegativity is the only certain cure for erectile dysfunction!

*Scientists may not be actual scientists or have ever said anything of the sort.

#4. The Optimism

Getty

Neal Stephenson — who once wrote a book about a virtual-reality bushido master/pizza delivery man named Hiro Protagonist, but has since devoted his entire writing career to meta-history at the expense of all the world’s forests — has publicly bemoaned the rather dismal nature of modern science fiction. And he’s absolutely right: Sci-fi used to be about how awesome and wonderful the future could be; it used to be about big, stupid, bright, shiny ideas that could never happen — until they did.

The idea is that kids grew up reading about amazing stuff in science fiction, and then devoted their lives to science so they could one day make fiction a reality. That theory holds that we only have cellphones today because some kid watched Star Trek and couldn’t bear to live in a world without Communicators anymore. Since his only options were “suicide” or “science,” and he never learned to tie a proper noose, he went to college — and that’s why you can shoot birds at farm animals at red lights today.


And it only costs the safety and lives of your fellow drivers!

But even if that’s true, I don’t think the theory means that the sci-fi of yesteryear was all Fluffiness Augmenters and Snuggle Rays: When people talk about classic science fiction, they often refer to Orwell, Bradbury, Dick and Huxley — all of whom wrote brutal, merciless dystopian fiction. And there’s a reason for that: The negative stuff tends to stick with you, because as sad as it is, a slap in the face is more memorable than a good hug. But even if you’re writing a miserably dystopian piece of fiction — even if you’re writing a post-apocalyptic piece about a clone army of Mao Zedongs piloting a squadron of Rape-Bots into an orphanage — there’s a way to do it that doesn’t place the blame on technology.

Our most optimistic mainstream science fiction is doubtlessly Star Trek, but look at that universe: You can’t walk ten steps without tripping over a cruel intergalactic Godcube. It’s as full of strife, conflict and action as any dystopia — it’s just that science isn’t at fault in that world. Science is usually the solution, or at the very least, it’s neutrally awesome. You blast that arrogant Godcube with your phasers; or you reverse the shit out of that Q’s polarity; or you beam your crew out of that Klingon prison, replacing each member with an armed photon torpedo, so that when those filthy aliens get to hell, they can tell the bumpy-headed devil that Science sent them.

#3. Exploring the Future of Mankind, Instead of Navel-Gazing at Private Drama

I’ve said it before: One of the main advantages that science fiction has over other genres is its ability to use a ridiculous, far-flung future scenario to take an unflinching look at the present. Great sci-fi isn’t about a person; it’s about people. Often that means the plot is a little flat or some of the characters are a bit archetypal — but that’s OK. When you’re trying to pack a dense and interesting setting, a cutting societal metaphor and some compelling science all together into a single story, Sprint Laserkick’s hurt emotions are the first sheep to be culled. For example: I could not, to this day, name a single character from a Philip K. Dick novel apart from Deckard — and I only remember him because he was Harrison Ford at his Harrison Fordiest.


OK, maybe second Fordiest.

That’s not a knock on Dick: I love Dick (and no, I am not ashamed). It’s just that character didn’t matter in the slightest to Philip K. Dick — the guy spent his career slamming amphetamines in a shack while trying to dodge a giant mechanical head spying on him from the clouds, and still managed to knock out compelling science fiction novels at the rate of one a week. (If you’re not familiar with Philip K. Dick, I’m not being random; every single word of that biography was absolutely true. Go read his books.) Dick didn’t have time to painstakingly chronicle Maurice ManintheHighCastle’s emotions — because every minute he spent writing about Walter WeCanBuildYou’s fatherly abandonment issues was a minute the sky-head got closer, and the only thing that drove it away was plot twists. The dude had his priorities.


#1. Stop the Sky-Head. #2. Meth. #3. Literature.

Don’t get me wrong. Character-driven sci-fi pieces have their place, and they often make for the best stories, but sometimes they also lose what’s great about science fiction: the ability to take a look at what we’re all doing right now, as a species, through the harsh and objective lens of Martian robots. I’m not saying it’s impossible to work a compelling and complete character into a forward-thinking sci-fi book. I’m just saying that lately a lot of authors seem to be dipping their Serious Chocolate in my Goofy Sci-Fi Peanut Butter. Sure, that shit is delicious together, but sometimes a man doesn’t feel like a Reese’s — maybe he wanted to use that peanut butter to make a sandwich or something, and now there are little crumbs of solemnity all up in there. Not cool.

#2. Some Good Ol’ Fashioned Mindfuckery

Wikipedia

Twist endings and plot gimmicks are something I’ve personally bemoaned before, even — and especially — within the genre of science fiction. But that’s when the writers shoehorn them in there for no particular reason, or base the entire work on the existence of the twist. If there’s no merit to your book beyond the shocking revelation that your protagonist is his own murderer, then you’re just a literary M. Night Shyamalan and that makes your book, like, Mark Wahlberg or something.

Nobody wants to write a Mark Wahlberg, friend.

But if it’s done well, and carefully, the end of a good science fiction book can wrap up a plot logically, make whatever important point it’s trying to make, and still lay your mind gently down by the fire for some philosophical bonin’.


“Baby, I’m going to expand your concept of space-time so hard, your grandma will walk funny tomorrow.”

I mean, that’s why any author gets into the business: to screw their readers in their sweet, bootylicious brains. I can’t spoil my own book, and hell, it’s highly possible (even probable) that I’m closer to the Happening Axis than the Foundation Axis on the great Graph of Literature, but in the finale I at least try to put the moves on your brain. Maybe do that yawning arm thing and try to grab some of your brain’s side-boob — you know, just the classy, subtle stuff.

I know that, as a rule, it would be pretty stupid if every science fiction plot tried to blow your mind or include some shocking twist, but so few even make the attempt anymore. Did our science fiction writers just give up on messing with their readers? That’s awful. Somewhere, The Last Question is crying a solitary, disappointed tear. Because a good mindhump every once in a while can function like the hook in a pop song: It’s the thing that gets the rest of the work stuck in your head, and eventually forces you to drop everything else and analyze it — if only to get “Hey Mickey you’re so fine you’re so fine you blow my mind hey Mickey you’re so fine you’re so fi-” to stop playing on infinite loop before you eat a plasma grenade.

#1. The Sense of Fun

It seems like a little of the sense of fun has gone out of modern sci-fi in the name of more plausible futurism. Sure, we’re getting the most uncanny and believable future worlds yet, thanks to our increasing familiarity with the real technology around us, but it comes at the cost of absolutely ludicrous premises, lusty green women and ray guns that transform flesh into delicious Jell-O brand pudding. There used to be a secret kind of understanding between science fiction writers and their fans that, as soon as the reader picked up a sci-fi book, they were going to violently curb-stomp their sense of disbelief into a pile of bloody goo. And, in return, the authors would inundate their forebrains with fantastical alien breasts that go on rollicking high adventures throughout space and time.


Last time on The Adventures of Maxine Mammary, Bouncing Battlebreasts …

Golden Age science fiction was like your drunken ex-roommate from college: For the most part, you outgrew the guy and matured into a functional adult, but every once in a while he’d come to crash on your couch and, instead of chastising his life choices, you’d stuff some bail money in your sock and go out to shotgun beers from a flabbergasted policeman’s riot helmet with him. Maturity is a wonderful thing, but sometimes you just need to toss adulthood in the dumpster and go punch a guy in a Little Caesar costume. Obviously, we still get a few sci-fi books that acknowledge the importance of fun — Altered Carbon wanted to know what happens when you use people like floppy disks, so it threw plausible science right out of the car and never slowed down to see if it survived the fall. Ready Player One idly wondered what would happen if reality was World of Warcraft, and Redshirts didn’t even bother with worldbuilding — it straight up set itself in Star Trek, and then mercilessly ripped the whole thing apart from the inside like a literary facehugger, asking neither permission nor consent, and giving neither quarter nor fucks along the way.

As for me, my own book stars a murderous Abraham Lincoln, a punk girl with acid spit and an entire society based around getting high on time travel. If you can throw out the rules harder than that, then congratulations: You’re a hit anime show.

The relative success of books like these says that there’s still an audience willing to follow the most ridiculous premise you can slap on a space opera, just as long as you remember that having fun is fun. This is fiction! And science! Both of those things have proven time and again that they can do literally whatever the hell they want. And if either of them are any good, they also both have lasers, so what are you going to do to stop them, tough guy?

Yes, you get the occasional misstep: John Carter tried this tack, then super-jumped up its own asshole and disappeared from the box office forever — but that was mostly because the studios titled it like an accountant’s driver’s license and marketed it exclusively in the DMZ. Seriousness absolutely has a place in science fiction, but it can’t dominate: If you don’t take off your lab coat every once in a while and rescue a three-breasted Ladyborg from the clutches of the evil Spidereans, you’re never going to get invited to the Chrono-orgy.